Poema para fotografia de Ana C. César
Calçada
Ao som de –. pássaros
Uma mulher .abre a porta
& desnudece________O tempoCom a mesma leveza com queOs ares a beijaram________OnceSo blue, little girl,
So blueLady Lazarus
Com rosto de milagre ambulante
- & olhos carcomidosAlgumas vezes
Things just get wrong
& o ínfimo resiste afanando________As HorasAlways -the hours
Angústias; ásperas luvas
A te afagarem a nuca- Dispa as luvas, little girl,
Descanse agora
Durma teus sonhos de menina-________________............._cinza
"Nomear é possuir, controlar. Pela atribuição do nome, aquilo que antes parecia vagar desprendido de qualquer função e comprometido apenas com uma potência de sentido incerto é trazido para junto de uma ordem, de um poder – de uma violência. Nomeamos a “nuvem”, por exemplo, e assim nos confortamos com o pretenso controle que exercemos sobre essa coisa informe, que logo muda e às vezes some, como as coisas que estão continuamente em trânsito: aquilo lá no céu, vejam, é uma nuvem, certamente, e o mundo parece encontrar alguma paz em meio ao acaso."
Artur de Vargas Giorgi
7 COMENTÁRIOS |:
Ana C.
ainda me encanta.
desnudar-se é tão dificil quanto entregar-se...
Triste e por isso belo.
Oi Leila, que bonito poema, com metáforas ricas e um tema intimista que atrai... Grata por seu carinho lá no Maria Clara ao comentar o poema " Tear "... Seja sempre bem vinda aos meus espaços poéticos.Bj.
nossa, adoro Ana C. e Caio Fernando Abreu.
sublime. e tenso.
Tem pessoas que não aguentam as horas, as horas depois das horas... o peso de continuar nesse mundo.
Adorei o poema! Beijos da sua Vanessão!
Tem pessoas que não aguentam as horas, as horas depois das horas... o peso de continuar nesse mundo.
Adorei o poema! Beijos da sua Vanessão!
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