quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Orides*

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insegurança e angústia
atadas

impotência, deriva:
aquilo que leva ao caos
interno
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6 COMENTÁRIOS |:

Ataualpa Pereira disse...

E às vezes afoga.

Hélio Netho; disse...

e quando o caos é interno, leva
mais tempo para se orientar.

Bill disse...

caraca...

Bill disse...

Agora sim... entaum vou tentar ler, apesar de naum ser fã de poesia.. é um trem muito introspectivo.. tipo, as poesias do daniel saum um saco, só ele entende... mas essa primeira aí eu me amarrei!

céu e saudade disse...

tive meu tempo de caos. confesso que andei meio perdido. me reencontrei e reencontrei você e teu blog. tinha me esquecido de que você é feito uma fonte: te leio, me sacio e posso voltar a viver.

Caroline Zampiron disse...

Flor, eu tava relendo o meu blog (abandonado) e revivi seus comentários tão estimulantes... Você mesmo distante continua sempre me dando forças pra melhorar e seguir...
TE AMO MUITO!

"Nomear é possuir, controlar. Pela atribuição do nome, aquilo que antes parecia vagar desprendido de qualquer função e comprometido apenas com uma potência de sentido incerto é trazido para junto de uma ordem, de um poder – de uma violência. Nomeamos a “nuvem”, por exemplo, e assim nos confortamos com o pretenso controle que exercemos sobre essa coisa informe, que logo muda e às vezes some, como as coisas que estão continuamente em trânsito: aquilo lá no céu, vejam, é uma nuvem, certamente, e o mundo parece encontrar alguma paz em meio ao acaso."
Artur de Vargas Giorgi

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